A Fênix Rediviva

A Fênix Rediviva: Poética da Superação (Antologias Tecendo Tramas e Dramas Livro 1) (Portuguese Edition)

 

1ª edição

 

Criciúma – SC

Engenho da Palavras

2018

 

Copyright – Miranda May, 2018

A FÊNIX Rediviva – Antologia Poética

Miranda May

 

Produção gráfica e editorial

Engenho da Palavras

 

Edição e Revisão

Miranda May

 

Diagramação

Jaime Corrêa da Rosa

 

Capa:

Janaina Rodrigues

 

 

 

   Antologia.  1. Título.

 

CDD. 23ª ed. B869.1

Dados Internacionais Catalográficos na Publicação

Bibliotecária Rosângela Westrupp -- CRB 0364/14ª

Coordenação. 1. ed. -- Criciúma, SC: Engenho das

Palavras.  2018.

264 p. : il. : 18 cm

 

 

1. Literatura brasileira -- Poesia 2. Poesia catarinense --

Número ISBN: 978-85-53194-00-1

Tipo de suporte: E-book

Formato E-book: EPUB

 

 

Prefácio

 

Convite

Alerto Bia

Ana Ramos

Ana Rosa

Ângela Maria Gomes Pereira

Antônio Sodré

Beatriz Castro

Bruno Black

Bruno Garden

Carlos Asa

Carlos Alberto Paduan

Charles Burck

Chico Mulungu

Daniel Monteiro

Daniela Gebelucha

Edna Luz

Elicio Santos

F.Castro

Humbelina Mattos

João Dutra

Karin Gobitta

Leandro Campos Alves

Liza Braz

Luiz Mignoni

Marcos Delgado Gontijo

Maria Marta Nardi

Mery Onírica

Miranda May

Neusa B. Trindade

Odenilde Martins

Patty Freitas

Pedro Barbosa

Sandra Modesto

Sandra Regina Loureiro

Vólia Loureiro

Zé Salvador

Zodiak

Aos Invisíveis.

 

 

 

Sinopse

 

        Para quando a vida não baste, navegue por estas ondas poéticas e aprenda, verdadeiramente, o significado da palavra SUPERAÇÃO com estes poetas, seres como nós que sofreram, lutaram e superaram a si mesmos a caminho da realização. 
        Nestas páginas cobertas das tintas vertidas pelas almas destes seres especiais, você conhecerá a mulher que não quis se submeter a violência, o homem que não desistiu de amar apesar do abandono, o idoso que descobriu novas formas de superar a rotina em um relacionamento de décadas, o homem manco que, apesar de manco, “andava com os pés

no chão”.

           Conheça o jovem, mestre em acumular problemas, que se metia em muitos esquemas, mas que resolveu mudar para se salvar. E o homem que revelou: 

          — “Agora e para sempre” eu te amo de uma forma que só posso confessar em um confessionário, em meus momentos finais. Não havia percebido, mas segurava um choro, prendia a respiração, represava uma lágrima. Quisera arrancar a tua dor, fazer meu teu sofrimento.
           Conheça o “Poeta” que achava que sua verve era só convicção sem fundamento guardada anos e anos desde criança....

           Quem é a poetisa que “No escuro” constrói metáforas e desfaz o que velado revela tantas dela? 
           E aquela sonhadora que diz que a poesia lhe salvou a vida e, quando lhe dizem “Ponha-se no seu lugar”, responde convicta: O meu lugar é aonde eu quiser estar!
  A poetisa diz que “Há coisas que me causam agonia: abraço contido que não conforta, mão fechada que não acaricia, lábios emudecidos, verdade morta.

         Aprenda que “Tudo é um desafio”, mas se as pedras afiadas ferirem os pés, lá adiante existe a “Luz no fim do túnel”. Se cair, nasça como a semente e deixe que seus sofrimentos deem frutos de doce serenidade e paz. 

        “Todas às vezes que...” mergulhar na desdita mais profunda e sucumbir ao feroz verdugo da maldade, lembre-se que a tempestade se dispersa, a chuva limpa os olhos e você só precisará de fato apagar a luz: o divino é tudo que lhe abraça.

         “Hoje” quando você revirar o baú e reviver sonhos inacabados, apenas diga como “A outra”: “E Se” um dia eu fui assim, ocupei em tua vida este espaço, hoje desocupo-o e me liberto.
           E quando um poema surgir, costumeiramente, sem muito alarde, não pense que é embriaguez estranha, sonolência, dormência, carência, apenas descalce as sandálias gastas no caminho tortuoso da busca e deixe-se viver o mais que puder, sem deixar tempo escapar, sem deixar vida passar e, quando então, adormecida, esquecida de si e da vida, 
  Vem aprender que nem todas as asas alçam bons voos, pois temos a liberdade perpétua das grades invisíveis. Mas teu pensamento voa, livre sem entraves. Segue o vento. Segue as nuvens. Segue as aves.

          Ela chegou sozinha, disposta a conquistar sonhos, não revelados por muitos anos. Tudo lhe foi imposto, e é no limiar de jardins crepusculares que encontrou os seus pigmentos.
Queria ter um coração audaz e investir contra os moinhos de ventos dos seus medos, dos seus preconceitos.

          E descobriu que a solidão é réstia, é luz na fresta, a solidão é mestra e dona da hora, a solidão é egoísta, esquina, aresta. Então encharcou-se no perfume de vida, embriagou-se do vinho da verdade, molhou-se de amores e afogou-se na felicidade."
Precisava se encontrar, o mundo é um moinho de faz de conta, uma valsa em silêncio, onde as rosas não falam, mas somos águas que rumam buscando o mesmo mar, somos condutores do bem, atraímos aquilo que pensamos: amar é o mesmo que enxergar pontes.
          E, mesmo que o mundo já não seja mais o mesmo, seguimos com lanternas de esperança e fé em nossas mãos. Pois, não ser - pode ter vantagens: não se arrisca, não se sofre, não se passa maus momentos, mas também não se é feliz.

            E com “Convicção” o poeta disse: Sou átomo ali na poeira das eras, um pouco de pó, que tornado emergente, de simples estrela de pó, virou gente.

Venha ser Fênix.

Venha ressurgir.

 

 

F333         A Fênix Rediviva (recurso eletrônico) Miranda May.

 

        Observação Contratual.

        Neste belo trabalho feito com tanto carinho, tenho os trabalhos “Nosso Mundo” e “Reluzir da Felicidade” publicados, mas respeitando cláusulas contratuais não divulgaremos as obras selecionadas anteriormente para compor a obra.

        Aos amigos que queiram adquiri o E-book na Editora Amazon deixo o link abaixo, obrigado e fiquem com Deus.

 

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Contato

Leandro Campos Alves leandrocalves@hotmail.com