946-Poesia

     Mais uma página que tenho prazer em divulgar este trabalho literário que não leva a minha assinatura. Uma Fan Page muito bem trabalhada com textos bem elaborados e por trás de tudo, uma escritora que não conheço pessoalmente, mas que já sou fã de seus trabalhos. 

         Fã exatamente por sentir em seus textos na forma sincera e explicita do amor, sua forma de compor o amor, de escrever os sentimentos de uma forma envolvente.

            Conheçam mais este trabalho abaixo da Escritora Vanessa Neves em sua página,”946-Poesia da via láctea”.

 

Leandro Campos Alves.

Julho de 2016.

 

 

        Todos nós vivemos em busca de um amor pra se eternizar, de alguém pra compartilhar todas as coisas do amor, esperamos a vida toda pra sentir isso, essa sensação, a ponto de nos reconhecermos -- como se fosse ele tolo de nos deixar assim, tão breve, tão claramente. 

        Sou adepta a eternizar amores, não precisam ser pra vida toda, posso eternizá-lo em apenas um dia, é suficiente pra fazer com que nunca seja esquecido, basta ser inédito em minha vida e será eternamente recordado.

        O amor é bastante confuso... O amor é perplexo. Não é possível prever e não sabemos quando vai partir do coração de um dos dois, talvez dos dois, -- ainda não sei como ele se vai assim. 

        Eu sempre senti mais, amei mais do que ele me amava -- se é que me amava. É isso que perturba minha cabeça: "Era mesmo amor?" Eu tinha medo de deixá-lo ir, medo de nunca mais voltar... Até que resolvi abrir a gaiola (como se dependesse de mim você ficar, né?) e você voo, passarinho. Eu sempre pedi pra que continuasse aqui ao meu lado, pra ser meu. De nada adiantou...

        Mas, meu bem, você não entende né? Amor não se mendiga, nem se implora, querido, -- pensou que eu permaneceria intacta pra ti, que poderia voltar quando bem entendesse, depois de ter deixado em cacos o meu coração, não é mesmo? Amor se dar, oferece, sem pedir nada em troca, sem interesse... A partir daí concluí que eu amei sozinha! Amor é sinônimo de plural. Compreendi isso quando o vi partir sem nem ao menos se despedir, partir e nem mesmo se sentir mal com isso. Chorei tanto!

        Sabe, menino, por muito tempo pensei que retornaria à gaiolazinha do meu coração, se trancaria nele e chamaria de "lar". Mas não veio e nunca virá. Era uma tola de pensar que poderia voltar! Acostumei sem ti, já nem dói mais. 

Tudo bem, pelo menos aprendi que se fosse amor, você teria ficado sem eu pedir. Acontece, meu amigo, no fundo todo sentimento causa dor.

AutoraVanessa Neves ‪#‎Nounouse

 

 

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                                     Conheçam também a página “Inercia do Sentir” através do link: www.facebook.com/vanessanevesnounouse/

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