Carolina Utinguassú Flores

    Carolina Utinguassú Flores nasceu em 1984, em Porto Alegre (RS). Formou-se em 2005 como técnica em edificações e trabalhou por sete anos na construção civil. Em 2011, ingressou na Faculdade de Letras, foi bolsista de iniciação científica e de projeto de docência pela Capes. Participou de oficinas de Criação Literária e de Escrita Criativa. É coautora do livro Contos de Som e Silêncio: histórias inspiradas em letras de música, organizado por Marcelo Spalding, lançado em 2013. Em 2014, foi premiada no concurso literário de Presidente Prudente – Ruth Campos, pelo conto “A Madrugada”.  Plátano e Bordo é seu primeiro romance (suspense erótico), lançado neste ano (2015) pela Editora Multifoco. Formada em Letras, além de escritora, atualmente Carolina é revisora de textos.

    Em 2017, foi premiada no concurso Coruja Escritora, participando da antologia Gritos Contidos com o poema "O Fantasma e a Incógnita".

    Em 2016 participou da coletânea do FLAL "A Caminho do Sol", com o conto O bobo da Corte.

 

 

Plátano e Bordo

Sinopse: 

    Capital gaúcha, presídio feminino. Rosana é uma dançarina que corre contra o tempo para fazer sua faculdade e manter seus dois empregos. Ela passa a ser ameaçada por um dos clientes da Boate Pleasure, onde se apresenta em algumas noites.         Na tentativa de se libertar desse inconveniente acaba cometendo um assassinato. No presídio Madre Pelletier, ela conhece sua psicóloga e futura grande amiga, Tereza, que lhe dará apoio nos momentos dolorosos e de aprendizado que se passam nesse ambiente. Após sua saída da prisão, outros assassinatos ocorrem, característicos de uma psicopata sexual. Nem mesmo namorado, familiares, amigos ou conhecidos desconfiam do que essa mulher é capaz.

 

Título: Plátano e Bordo

Autora: Carolina Flores

Editora: Multifoco (selo Erotika)

Gênero: Suspense/Erótico

Páginas: 206

Ano: 2015

 

        Carolina é autora do Blog Refletir na Árvore

        Se entregue à literatura em todas as suas formas... Contamos histórias de diversas formas, por meio de música, imagens, poemas, postagens, tweets. Um miniconto pode virar conto; um conto pode virar romance; um romance pode virar filme, série, história em quadrinhos, etc. Dê vida aos seus sonhos.

 

FODA-SE.

 

   Você sempre foi sensível, sempre chorou e reivindicou coisas com emoção nos olhos. As pessoas um dia te ouviram por esse motivo, mas não lhe contaram. O tempo passa, você amadurece. Percebe que tudo que faz pelos entes queridos não é mais valorizado porque seus argumentos procedem e eles têm medo de tentar arriscar seus conselhos, que são racionais e mais inteligentes. Você cresceu, estudou e mudou Sim, mudou para melhor, tem mais cultura, mais discernimento. A sensibilidade continua lá, porém com mais cautela, para não se machucar como quando os sentimentos eram expostos. 

   O estresse caminha a passos largos, a busca pela qualidade de vida aumenta e as chances de mudança astral e física são tangíveis. A razão lhe força a tomar decisões e atitudes que não alterem o estado das coisas almejadas. No entanto, aquelas pessoas que um dia lhe viram fragilizada, não se acostumam com a mulher determinada e segura que hoje age. Age para viver bem. 

   As pessoas não se interessam pela felicidade individual de cada um, as pessoas se interessam em julgar conforme os padrões sociais. Julgam quem é feliz por ser egoísta. Quem é feliz alcança a felicidade abdicando de opiniões fúteis e se apoiando nas suas próprias vontades. 

   Afinal, por que mesmo as pessoas não cuidam de suas próprias vidas? Eu sei a resposta: porque não encontraram um jeito de satisfazer seus caprichos e optaram por satisfazer os desejos alheios. Pode ser bonito, mas é uma grande burrice. Foda-se o mundo. Não preciso de pessoas amargas e negativas perto de mim. Eu escolho isso também, pois ainda existem pessoas de bem e despreocupadas com quem eu possa me relacionar. Não ligo mais, não reivindico mais, não sobrevivo mais. Agora eu vivo. Feliz 32 anos para mim e para quem me ama e aprecia meu sorriso no rosto! 

 

Texto Foda-se

Autoria Carolina Utinguassu

 

Com uma versatilidade incrível, Carolina escreve seu contos e nos encanta com seus poemas.

 

Nascer

Eu não nasci pra ser infeliz
Não quero flashes ou olhares
Tem muita liberdade em minha raiz

Pare com isso, por favor
Vou apenas me render às vontades e ao amor
Não se sofre pelo inexistente
Porque outros julgam prudente

Meu sonho é suave como a sinfonia dos pássaros
Arrisco a sorte como o som de ondas severas
Minha resina constrói palavras 
Que se encarregam de reparos

 

Porque nasci para ser feliz
Somente eu cuido do meu nariz.

 

Poema Nascer

Autoria Calorina Utinguassu

 

Conheça mais seus trabalhos em: @escritoracarolinautinguassu 

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Fonte: refletirnaarvore.blogspot.com.br/

Biografia de   Carolina Utinguassú Flores 

Contato

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